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Joana estava em vermelho vivo, ela nunca imaginou que o seu namorado fosse traí-la com uma garota que ele mal conhecia, ainda mais uma garota metida como Cláudia.

- Pedro? Por quê?

Pedro estava morto por dentro, mas não consegui responder nada. Cláudia sorriu para Joana, aquilo era pior do que ela podia imaginar, ela voltou a passos largos para casa sem dizer uma palavra, bateu a porta do seu quarto e começou a chorar a noite inteira.

- Pedro? Onde você vai? – Perguntou Cláudia com uma cara de choro.

- Eu tenho algo importante pra fazer, desculpe… – E saiu andando, não em direção à casa de Joana, mas em direção à sua casa.

Raul estava sentado no sofá assistindo um filme infantil, ficou feliz em ver o irmão entrando pela porta e exclamou o seu nome, Pedro estava com a cara mais fechada possível, não respondeu nada e foi ao seu quarto, abriu a gaveta que havia no criado-mudo ao lado da cama, tirou um caderninho de anotações e uma caneta, começou a escrever o que ele achava que iria resolver todos os problemas.

Cláudia estava sentada na sua cama de pernas cruzadas ouvindo musica e ria por dentro, ela se sentia bem fazendo os outros sentirem pena dela e se sentia melhor quando conseguia o que queria, uma vingança, não por algo recente, mas algo que lhe foi feito há muito tempo atrás.

[Desculpem, 5 meses sem postar nada é para matar o dono desse blog, eu nem tenho uma desculpa formidavél fara lhes dar, e só sei que eu não pude postar, não sei se foi por falta de idéias, descaso com o blog ou algo semelhante, mas espero poder chegar ao fim da historia desses seis garotos problemáticos, e antes que eu me esqueça:

Moral da historia: Por mais bela que pareça a faca ela sempre cortará…

Joana havia repensado tudo que havia acontecido naqe dia no parque e decidiu dar uma voltar para refrescar as idéias. En~toa sem nem saber porque foi dar essa “volta” no parque onde tudo havia acontecido, e se sestressou ao ver dois amantes quese  estavam se beijando no banco.

“Malditos, não poderiam se beijar em casa e não em um lugar onde todo mundo passa e vê”

Deu a volta pelo parque pelo outro lado para dar um tempo para que aqueles dois pudessem sair daquele banco e lhe dar passagem, mas assim que acabou chegando perto daquele banco eles ainda estavam lá, por sorte, ou não o beijo acabou e ela pensou que não incomodaria que ela passasse do lado se já não estava em um momento tão intimo.

Assim que chegou perto reconheceu um dos rostos, o da moça, já que o moço estava de costas para ela.

- Cláudia!? – Ela mal havia chegado na cidade e já estava se beijando com o primeiro que encontrou. O rosto de Cláudia ficou vermelho, mas ao mesmo tempo feliz e Joana não sabia porque, até que passou e olhou pra trás, talvez conhcesse o garoto que ela estava beijando, teria sido melhor se ela não tivesse olhado.

- Pedro?!? – O ódio lhe subiu à cabeça.

[CONTINUA]

ps¹: desculpem a falta de postagens nesse periodo, estava mais empenhado no livro que estou escrevendo, ma sisso não pe desculpa.

ps²: estou voltando com tudo aki no brogue. xd

Joana não havia gostado muito da atitude de Cláudia naquela tarde no parque.

- Por que ela disse que já se conheciam bem?

- Porque no dia que a levei até aquela rua falamos um pouco sobre cada um de nós, só isso. – Disse tentando fugir de uma verdade.

Naquela tarde Pedro saiu para despejar as idéias no parque, um pouco depois de terem voltado do outro passeio. AO longe viu Cláudia sentada num banco, e não sabia muito bem porque decidiu se aproximar.

- Por que você está ai sozinha? – Fez uma pausa para olhar para o seu rosto e continuou. – Você e sua família não iam sair para jantar hoje?

- Eles foram… – Disse em um tom triste.

- Mas por que você não foi então?

- É que eu briguei com meus pais…

- Mas por quê?

- Besteira, deixe pra lá… – Então abaixou o seu rosto para olhar a neve sob seus pés.

- Não fique assim. – Disse enquanto se sentava e passava um braço sobre os seus ombros.

- Obrigado…

- Tudo vai ficar bem… tenho certeza…

Nesse momento ela se virou com os olhos brilhando, o verde neles pareciam duas estrelas de esmeralda. Então foi aproximando seu rosto do dele então os seus lábios se tocaram levemente…

[CONTINUA]

Moral da historia: O veneno consumido jamais será esquecido…

Pedro e Joana passeavam de mãos dadas, enquanto Mariana, Raul e João brincavam no parque, e ao longe se aproximava uma figura feminina, que ia em direção às crianças, Pedro se asustou com a cena, e foi em direção a eles ver o que estava acontecendo.

E foi ai que ele viu, que quem havia se aproximado, era a menina que ele havia acompanhado até a South Road, ele havia pensado que não hareia nunca mais, mas mesmo assim seu nome havia ficado guardado na memória.

- Cláudia? – Perguntou desconfiado.

- Ah! Oi Pedro, como você está? – Nesse momento Joana se aproximava e abraçava Pedro pelas costas.

- Eu estou bem, e o que você está fazendo aqui.

- Eu vim buscar meu irmão, minha mãe me pediu, porque vamos sair pra jantar hoje a noite e ele tem que se arrumar.

- Que bom, mas quem é seu irmão? – Ele pensou que estava se intrometendo demais na vida dela.

- João, é claro.

João vinha se aproximando, ele estava brincando com as outras crianças ainda.

- Mana! – Gritou ao longe e veio correndo para abraçá-la. – Que bom que você está aqui.

- Oi maninho. – Disse mechendo no cabelo do irmão.

- Aqueles dois são Mariana e Raul. E eles são Pedro e Joana, mas acho que já se conheceram.

- É, já nos conhecemos bastante, não é Pedro? – Nesse momento olho para Joana. E ela devolveu um olhar malicioso.

- Bem, nós já vamos. Vá dizer tchau ao seus amiguinhos. – E ele foi. – Até mais Pedro. – Disse dando um beijo na sua bochecha.

[CONTINUA]

Joana estava indo ao mercado, e tinha ficado intrigada com a menina que Pedro havia comentado, na noite anterior pelo telefone.

- Você não deveria tê-la acompanhado, ela poderia estar com uma faca ou algo assim.

- Mas ela não era suspeita, e tinha um ar angelical.

- Um ar angelical é? – Disse com um tom de ciúmes. – Mesmo assim, essas são as mais suspeitas, se eu encontrar essa menina na rua eu vou pular encima dela.

- Não aconteceu nada, eu só a acompanhei até uma rua, não vejo problema nenhum nisso.

Ela havia sentido ciúmes daquele ar angelical dela, elas teriam que se encontrar para ver se ela tinha mesmo um ar angelical, ou Pedro só estava querendo dar encima dela.

Passou pela rua onde o amigo de sua irmã morava, João, e lá estava ela vindo do lado oposto ao dela, ela tinha uma beleza realmente angelical, tinha a pele branco como a neve, os lábios rosados, e um cabelo preto, tão escuro quanto a noite, que realçava ainda mais a sua pele branca, e a fazia parecer mais linda.

Mas ela não percebeu que essa menina que havia encontrado era Cláudia, não sabia que ela era a causadora do seu ciúme. E não sabia também que poderia lhe causar vários problemas.

Moral da historia: Nem sempre temos que desconfiar de tudo aquilo que não achamos lindo ou “bonitinho”, tem vezes que os piores venenos vêm nos frascos mais ornamentados.

Bem bem, hoje eu vou viajar para ums cidade proxima, então não haverá post no dia de domingo, me aguardem porque segunda feira vai ter post voando do blog xD
E pra você que achou que aqui tinha historia me desculpe… Mas segunda feira vem a melhor parte dessa historia…

Moral extra: Se você acha que minhas “Moráis das Historias” não são tão moráis assim, você não tem que seguir o que eu digo aqui… xd [isso não foi pra jogar nada em ninguém, foi só um aviso prévio carinhoso, por se algum acas vier a acontecer. Obrigado e passem um bom domingo sem mim Muahahaha!]

Cláudia estava parada no meio da praça, com o vento no seu rosto, ela tinha esquecido o seu guarda-chuva no trem, então ela não tinha nada com o que se proteger da neve. Nesse momento Pedro apareceu, ele havia ido ao mercado comprar ração para Punfy, e a viu ali solitária e com frio, então decidiu ajudar.

- Para onde você está indo?

- Para a South Road.

- Eu te acompanho, se você quiser é claro, eu moro por ali também.

- Obrigado.

Ela foi contando um pouco da sua historia, e ele contando anedotas da sua, enquanto iam caminhando, eles riram e cantaram algumas musicas enquanto iam em direção até o destino, se despediram e seguiram seus próprios caminhos, da mesma rua que Cláudia havia entrado, saia Raul correndo e gritando.

- Mano! O João tem um brinquedo super maneiro.

Nesse momento Cláudia se virou e acenou, ele acenou de volta. Eles haviam acabado de se conhecer, e eles já sentiam alguma coisa, eles estava mais proximos do que eles mesmos sabiam.

Moral da historia: É do acaso que se fazem amigos, e é so acaso que surgem ligações que antes não existiam.

Uma semanaa depois da separação de Punfy, Pedro ainda se lamentava de não poder mais ficar com ele, mas já estava conseguindo superar a situação.

Geralmente ele saia para festas e coisas do tipo nos finais de semana, mas nesse ele apenas ficou em casa olhando fotos de cachorrinhos na internet, para poder passar a mágoa de perder Punfy, ele estava pensando até em adotar algum cachorrinho em algum canil ali por perto.

Nesse mesmo dia alguém bateu na porta e chamou Pedro, ele desceu correndo e viu que era a secretária do veterinario onde havia deixado Punfy, e a magoa veio a ele outra vez.

- O Dr. me pediu para te trazer uma coisa de consolo pela perda de Punfy, sua mãe ligou e disse que você ainda estava mal.

- É isso mesmo…

- Então aqui está. – Se virou e pegou uma cesta no chão. – Abra.

Então ele viu aqueles olhos lindo que só havia podido ver uma vez na vida, mas que nunca iria esquecer, e agora estariam abertos para sempre, e não fechados pelo sofrimento e pela dor.

Moral da historia: Aquilo que tem que acontecer, um dia irá acontecer, mesmo que perdamos algo, se for nosso de coração voltará as nossas mãos…

Joana foi na casa de Pedro para ver como ele estava, já haviam passado dois dias desde que ele havia deixado Punfy no veterinário, ele seguia mal, ela queria saber o “por quê” de tanto sofrimento.

Antes que ela pudesse bater na porta, com Mariana do lado, Raul abriu a porta para elas.

- Ele está muito mal. – Disse ele com uma voz triste.

- Olha o que eu trouxe para nós. – Disse Mariana pegando uma pistola de água que trazia escondida atrás das costas.

Eles sairam correndo alegres para o quintal, aquele era um dos poucos dias quentes de inverno, onde se podia andar sem nenhum capote cobrindo o corpo. Joana subiu as escadas até o quarto de Pedro.

- O que aconteceu? – Perguntou se sentando ao seu lado na cama e passando um braço sobre os seus ombros.

- Aquele pequeno animal… – Soluçou um pouco e seguiu. – Por que tinha que acontecer aquilo com ele? E se ele nunca mais voltar?

- Ele vai voltar, eu tenho certeza. – Disse enquanto beijava a sua bochecha.

- Obrigado pelo apoio… – Secou as lágrimas, e deu um forte abraço nela.

Moral da historia: Essa aqui não tem moral, porque é uma continuação do post anterior, vocês acham que vou colocar moral em tudo é?

Pedro ia caminhando para a escola em uma linda manhã de inverno, quando ao longe ouve um uivo de sofrimento. Ele vai em direção ao som em busca do pobre animal que sofria, quando ao longe avista com dificuldade, um pequeno cachorro branco como a neve, se aproxima lentamente e consegue ver que o pobre animalzinho está com uma pata quebrada.

Ele decide não ir para a escola naquele dia apenas para cuidar do pequeno animal, que ele decide chamar de Punfy. Ele volta para casa e fala com a sua mãe sobre Punfy, e ela diz que seria melhor se ele o levasse ao veterinário.

Ele vai buscar a sua bicicleta no quintal, limpa-a um pouco e monta nela com Punfy em um dos seus braços, a viagem até o veterinário era ardua e cansativa, ele chega ofegando e bate na porta do consultório.

- Este cachorrinho esta com a pata quebrada. – Anuncia para a atendente do local.

- Doutor! Temos uma emergência! – Grita ela.

Depois de duas horas de tratamento, o doutor aparece e diz que ele terá que ficar por alguns dias ali. A dor de deixa-lo ir era pior do que a dor de vê-lo sofrer.

Moral da historia: Nem sempre algo que dura pouco tempo tem pouco valor. Uma tarde pode mudar a sua vida, reflita…

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